
As relações de poder e os processos de diferenciação produzem a identidade e a diferença e a incapacidade de conviver com a diferença é fruto de sentimentos de discriminação, de preconceito e de crenças distorcidas, isto é, de imagens do outro que são fundamentalmente errôneas.
Entende-se que o outro é o outro gênero, o outro é a cor diferente, o outro é a outra sexualidade, o outro é a outra raça, o outro é a outra nacionalidade, o outro é também o corpo diferente.
Deve-se estimular e cultivar os bons sentimentos e a boa vontade para com a diversidade cultural, fazendo-se compreender que a natureza humana tem uma variedade de formas legítimas de se expressar culturalmente e todas devem ser respeitadas ou, no mínimo, toleradas.
Já que, numa sociedade atravessada pela diferença, crianças e jovens forçosamente interagem com o outro também e principalmente no espaço escolar e se não encarada como questão pedagógica e curricular, sendo ignorada e reprimida, tende a resultar em conflitos, confrontos, hostilidades e até mesmo violência.
Que felicidade apreciar essa produção!
ResponderExcluirPouco se questiona a produção da identidade e da diferença na escola... questão essa central e fundamental na construção de uma escola inclusiva!
Abraços,
Eliane.